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Argentina eleva alerta por gafanhotos em província junto ao oeste gaúcho

Publicada em 23/06/20 as 09:23h por MetSul / Sucesso FM


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 (Foto: SENASA / Divulgação)
O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-Alimentar (SENASA), do governo da Argentina, aumentou o nível de alerta de “ameaça” para “perigo” na província argentina de Corrientes que faz fronteira com o Oeste do Rio Grande do Sul devido a uma nuvem de gafanhotos que surgiu ainda em maio no Paraguai e avança para Sul pelo território argentino. 

A última posição da nuvem de gafanhotos informada pelas autoridades argentinas, na noite desta segunda-feira (22), indicava que a praga atuava na localidade de Perugorría, na província argentina de Corrientes, cerca de 200 quilômetros a Oeste de Uruguaiana. Segundo a SENASA, a tendência é que hoje, 23 de a nuvem se deslocasse para Sul em direção à província argentina de Entre Rios e não para Leste rumo ao Brasil. 

A trajetória dependerá muito das condições do tempo na região, para onde se prevê hoje, 23 de junho, mais uma jornada quente e com vento Norte moderado a forte. 



O Paraguai tem enfrentado nos últimos anos problemas com gafanhotos, especialmente a região do Chaco, e com o tempo e seco deste ano os técnicos acreditam que a praga tenha avançado para Sul. 

A PRAGA

O coordenador do programa nacional de gafanhotos do órgão, Héctor Medina, afirmou que a nuvem se moveu quase 100 quilômetros em um dia devido às altas temperaturas e ao vento. O especialista enfatizou que é um gafanhoto sul-americano. Para ter uma ideia dos danos que podem causar, explicou que uma manga das características que foram monitoradas em um quilômetro quadrado tem até 40 milhões de insetos. Uma manga de um quilômetro quadrado pode comer o mesmo que 35.000 pessoas ou cerca de 2.000 vacas por dia, afetando principalmente pastagens e plantações”, explicou Medina.

A extensão da nuvem detectada pode chegar a 10 quilômetros. Medina explicou: “Essa invasão pela qual estamos passando neste momento não é uma novidade, pois, nos anos anteriores, tivemos uma situação semelhante; era previsível que, em 2020, esse cenário se repetisse, estamos tentando acompanhar a situação”.




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