

O ano de 2026 marca o fim de uma era no Brasil. Os orelhões, os famosos telefones públicos que chegaram a ser um símbolo nacional, começarão a ser retirados definitivamente das ruas de todo o Brasil em janeiro. Segundo a Anatel, 38 mil aparelhos ainda permanecem no território nacional.
Na Região Celeiro, há registro desses equipamentos ainda em cidades como Tiradentes do Sul (1), Campo Novo (1), Coronel Bicaco (1), Santo Augusto (1) e São Valério do Sul (1). Independência (1), Três de Maio (1), Horizontina (1), Doutor Maurício Cardoso (1), Santa Rosa (1), Novo Machado (2) e Santo Cristo (5) também ainda possuem orelhões.
Quase indispensáveis no passado, os orelhões se tornaram praticamente obsoletos com a popularização dos celulares. Como contrapartida pela desativação, a Anatel determinou que as empresas devem redirecionar seus recursos para investimentos em redes de banda larga e telefonia móvel, tecnologias que hoje dominam a comunicação no país.
Dados disponibilizados pela agência mostram que mais de 33 mil orelhões estão ativos, enquanto cerca de 4 mil estão em manutenção. A extinção dos aparelhos não será imediata em todos os locais. Em janeiro, começa a remoção em massa de carcaças e aparelhos desativados. Os orelhões só devem ser mantidos em cidades onde não há rede de celular disponível. E só até 2028.